Esta atividade foi um aperfeiçoamento da anterior. Modelamos um objeto completo começando apenas com uma textura pega no site CG Textures, sem modelo. Usei uma disponível na categoria Industrial dentro de Buildings. Esta atividade serviu para desenvolver certa indepência quanto a modelagem já que não houve nada para usar como base em certas partes. As imagens aqui publicadas estão com o objeto em uma cena do plugin LUMEN Lite. Modelado com o Cinema 4D R10, textura trabalhada no Photoshop CS4 e mapeado com o UVMapper Classic 0.30a.



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Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor.
A atividade aqui postada consiste na modelagem de uma casa medieval a partir do modelo dado pelo Profº Drº Luís Carlos Petry. Originalmente ele modelou a casa e trabalhou a textura e nós construímos os nossos próprios modelos nos espelhando no dele e com a tarefa de reduzir a quantidade de poligonos sem perder a qualidade. Consegui uma redução de aproximadamente a metade dos polígonos sem perder a qualidade do objeto. Ela foi inteiramente modelada no Cinema 4D R10 e sua textura trabalhada no Photoshop CS4 Extended. Após sua construção foi exportada para FBX 6.0 para utilizá-la na engine Unity 3D. Também houve uma pequena atualização no post do muro, para acessar clique aqui.



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Oitava Atividade de Roteiro para Games I
05/11/2009
Post sobre um material apresentado pelo professor David de Oliveir Lemes como referência a nossas história. Se trata de uma HQ escrita entre 1976 e 1980.
Garagem Hermética
Trabalho iniciado em 1976 pelo escritor e artista francês Jean Giraud, sob o pseudônimo Moebius, publicado originalmente na revista Métal Hurlant, revista a qual Jean era seu co-autor. Tem como gênero a ficção cientifíca. Um dos personagens principais é Jerry Cornelius, antes de propriedade do autor Michael Moorcock, que em certo ponto liberou o uso deste. Quando a Marvel republicou a série mudou o nome dele para Lewis Carnelian.
Sinópse
A garagem em si é realmente um asteróide oco na constelação de Leão, em torno do qual Major Grubert gira em sua nave espacial Ciguri. De lá, ele supervisiona o desenvolvimento dos mundos contidos no asteróide. Várias entidades, sendo um delas Jerry Cornelius, pretendem invadir a garagem.
“Desenhei as duas primeiras páginas com a intenção de fazer uma grande piada, um mistério total, algo que, provavelmente, não levaria a lugar nenhum. E, mesmo assim, também estava tentando criar alguma coisa capaz de captar o sentimento de alegria e fantasia dentro de mim, quase como se eu estivesse relembrando a parte incompleta de um sonho. Após terminar aquelas duas páginas, coloquei-as numa gaveta e me esqueci completamente delas, até Jean-Pierre Dionnet, então editor da revista “Metal Hurlant”, as encontrar. Ele me pediu para fazer um fim, pois assim poderia publicá-las. Eu disse que desenharia para a próxima edição. No mês seguinte, ele me chamou e cobrou o final da história e eu, é claro, tinha me esquecido completamente. Então, em estado de pânico, fiz mais duas páginas para ganhar tempo. No entanto, como não possuía cópias nem referências das duas primeiras, o segundo capítulo foi feito sem nenhuma continuidade com a anterior. Foi apenas com a terceira parte que comecei a dar a direção à história e trouxe de volta o Major Grubert. Logo, eu decidi experimentar a criação do argumento como uma espécie de desafio mensal a mim mesmo, para resolver os problemas de seqüência introduzidos anteriormente. Ao criar este sentimento de permanente insegurança, eu descobri o prazer da continuidade. Todo mês,eu tentaria, com certa dificuldade, recriar uma trama coerente a partir dos elementos existentes. Então, as separaria outra vez para me sentir inseguro novamente e, assim, no mês seguinte, unir os pedaços e começar tudo de novo, até o final da história. Eu, finalmente, juntei todas as pontas nas últimas quinze páginas (feitas de uma só vez).Entretanto você notará algo: a história “termina” numa seqüência que introduz um fator de incoerência potencialmente ilimitado.” – Moebius sobre a Garagem Hermética.
Bibliografia
Airtight Garage Disponível em: http://en.wikipedia.org/wiki/Airtight_Garage Acesso em: 5 de novembro de 2009.
Os Mundos Fantásticos de Moebius Disponível em: http://quadrinholatra.blogspot.com/2006/09/moebius-1.html Acesso em: 5 de novembro de 2009.
Jean Giraud Disponível em: http://en.wikipedia.org/wiki/Jean_Giraud Acesso em: 5 de novembro de 2009.
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Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor.
Outro conto escrito para a matéria Narratividade e Games. Desta vez o tema é fantasia.
Contos do Bardo Zé – George
Escrito por: Arnaldo da Costa e Castro Neto, Jefferson Aparecido Silva, Paulo Henrique Rubens Kornetoff Ferreira e Salviano de Figueiredo Viana.
Faiscava lá fora, o súbito frear do trem arrancou George de seu sono.
- Em nome do Grande Cahn-céx, abra a porta! – vociferou alguém do lado de fora do quarto.
- Abre a porta já morreu quem manda nessa merda sou eu. – Retrucou George com desdém, acomodando-se para dormir.
Ainda em choque, o gigante guarda meio-gato e meio-elfo saca sua espada-serra e com um forte chute arromba a porta.
- Como ousas insultar nosso grandioso Deus, criador do céu e da terra e regente de todo o universo…
- Se eu pudesse lamber meu próprio saco também me acharia deus…
O rosto inexpressivo e sem resposta do guarda elfato transforma-se num espasmo irado. Furioso, se arremessa sem medo sobre o homem sentado. Com um salto, George coloca-se em pé, suas mãos procuram a gigantesca espada apoiada na parede.
Arremetendo contra o guarda, a espada cintila no ar. Consciente de seu poder, o homem rasga as paredes do vagão. Perplexo, o guarda tem tempo apenas de perceber que fora cortado ao meio. Com a espada acima de sua cabeça, George nota sua lâmina sibilando enquanto faiscava e, com fúria, golpeia o guarda mais uma vez, explodindo o vagão e arremessando George incrédulo, pela janela.
- Depois disso, caí no meio da estação Oilvert, lutei contra mais cinco guardas usando o incrível poder da Trovadora e fugi correndo pelas ruas- disse George enfaticamente, batendo sua caneca de cerveja na mesa.
O ignóbil gnomo, sem medo, desfere um tabefe no braço do imenso bárbaro, que apesar da implausível lorota, realmente tinha fugido através do deserto Delfi-Thar e que agora havia milagrosamente retomado a Oilvert e sobrevivido à explosão que ocorrerá na estação de trem.
- Mas é a pura verdade.
- No dia que os “gatelfos” dos infernos colocarem ovos de ouro, eu acredito.
- Posso provar!
- Provar o quê?
- O que acabei de dizer!
Do fundo da taberna lotada, emerge uma voluptuosa figura feminina que se esgueira por entre bêbados e vagabundos. A jovem elfa vestia um pomposo vestido com um generoso decote, o andar delicado lhe acertava perfeitamente. Interrompendo os dois bêbados.
- George? – Falou a bela elfa num tom de voz afável.
- George?
- Opa! – Saúda-a.
- George Steiner?!
- Podemos conversar?
- Opa! – Diz o bêbado e não muito brilhante George.
Pegando-o pelo braço, a linda e bela ruiva elfa Lynd Lohan o arrasta para um beco atrás da taberna.
- George, se o que tu dizes és verdade, tu podes nos salvar.
- Heim?
- Como você conseguiu a espada?
Envergonhado, mas ainda sim se sentindo sortudo, George se esforça para lembrar-se dos detalhes da sua jornada pelo deserto Delfi-Thar.
“Chovia lá fora no dia em que os elfatos invadiram a casa dos meus pais aqui em Oilvert. Eles mataram minha família. Eu tinha apenas seis anos quando isso aconteceu…”
- George?
- Sim?
- Seja mais objetivo.
- Oh, desculpe. “Após fugir do cativeiro dos elfatos nas montanhas de Siburtha, eu consegui chegar ao grande deserto. Os Elfatos que me perseguiam simplesmente cessaram a sua perseguição porque acharam que eu não sobreviveria sozinho ali. Após dois dias caminhando através das dunas, minha comida acabou e me restava apenas dois goles de água. Entrei em desespero e perdi o rumo que eu havia traçado para longe do império Elfato. No cair da tarde do segundo dia avistei um mercador, um sapo e seu camelo. O velho mercador meio-sapo meio-homem bem gosmento ficou maravilhado ao me ver. Disse que ele havia andado pelo deserto durante 200 anos a espera do escolhido, o homem que libertaria os povos subjugados pelo falso Deus Gato Can-Noh-Céx. Eu seria a reencarnação desse escolhido e os Deuses antigos haviam me colocado ali para que o velho sapo pudesse me dar o que era meu por direito, a Gigantesca Espada Trovadora, o único artefato na face da terra que seria capaz de desafiar o Deus Gato. Aceitei-a. Como poderia recusar? O velho louco ensandecido sapo brandindo aquela espada no meio do deserto…? Claro.”
- Foi assim?
- Foi como um sonho.
- Inacreditável. Talvez você seja mesmo o escolhido!
- Legal.
-… George? Eu gostaria de ter a espada! Ela pode significar a vitória contra o tirano Cahn-Céx!
- Não.
- George, você sabe como isso é importante? Por anos a fio a resistência luta, e agora, você aparece aqui com as respostas que procurávamos.
- É.
-… George existem muitas maneiras de recompensá-lo…
- Opa! Como?
Bruscamente, Lynd jogou-se nos braços do bárbaro. Ele corou, mas compreendeu que ali se encontrava toda a esperança dela.
- Talvez eu possa ajudá-la. Vamos lá, eu escondi a espada no meu quarto na taberna “Bardo Zé”.
- Na taberna! Que descuido!
- Ah é?
-…
Então, certo de haver ganhado o dia, George vai ao seu quarto e pega a espada que havia escondido no armário. Ele desce à taberna, sua imagem, a de um grande herói segurando uma imensa espada, é assustadora e ao mesmo tempo grandiosa. Até mesmo o gnomo Ignóbil se ajoelha perante a aura de poder de George Steiner. Enfim, ele entrega a espada a Lynd, e como se o encanto se quebrasse, ele perde toda a sua superioridade.
Achando que George poderia se tornar um problema, Lynd acredita que deve levá-lo com ela. Facilmente convencido, ele aceita ir e leva consigo Ignóbil.
Depois de uma caminhada que durou mais de três dias a cavalo, os heróis finalmente chegam à floresta dos sussurros, um lugar repleto de árvores com copas espessas, as folhas verdejantes. Feixes de luz iluminavam um caminho coberto de folhas mortas que formavam um extenso carpete. George observa o lugar com estranheza.
- Que lugar é esse?
- Uma floresta retardado! – retruca Ignóbil
- Essa é a passagem para o refúgio da forças rebeldes anti-elfatos – afirma Lynd.
Eles param em um ponto da floresta, que seria aparentemente igual a qualquer outra. Lynd desce de seu corcel azul, adianta-se cinco metros à frente e começa a recitar cânticos mágicos. Uma caverna aparece diante deles. Uma legião de soldados aparece e cerca os heróis deixando seus cavalos agitados. Seres de diversas raças estavam presentes e todos tinham uma marca características em seus uniformes. Um jovem e esguio elfo se destaca aproximando-se de Lynd.
- Pelo que vejo você realmente conseguiu a espada das lendas ancestrais que poderá salvar o rumo de todo o mundo – diz o esguio elfo.
- Quem você pensa que eu sou, Elgo-Olas meu irmão? Jamais voltaria aqui sem a espada. – Retrucou Lynd.
- Quem são esses ignóbeis que lhe acompanham minha princesa? – Pergunta Elgo.
- Que!? De ignóbil só tem eu aqui senhor. – Responde Ignóbil.
- Hã? – Rebate George
Então, com uma repentina ordem de prisão de Elgo, os homens avançam sobre George. Ignóbil coloca as mãos atrás da cabeça se rendendo e implorando por sua vida, afirmando ter três mulheres e sete crianças em casa para cuidar. George salta de seu cavalo com tamanha força que quebra a coluna do pobre animal, e num surto de gritos e selvageria ele avança para cima dos soldados, agarrando a cabeça de dois deles e jogando-os brutalmente contra uma árvore próxima. Os soldados ainda sem perceber o que exatamente havia ocorrido continuam a avançar e o golpeiam com suas lanças e espadas, mas eles jamais contavam que o herói teria mais músculos do que cérebro e que os ferimentos causados nele seriam apenas superficiais.
- Dê-me a Trovadora Lynd! Rápido! – Grita o bárbaro em ação.
George vê somente um pequeno sorriso maquiavélico no rosto de Lynd antes de ser atingido por um pedregulho na cabeça, jogado por um minotauro. George sentiu que seu crânio havia partido ao meio. Sua visão escurece e seu imenso corpo cai ao chão. Ignóbil continuava implorando para não ser levado enquanto tirava certo número de coisas de seus bolsos prometendo devolver estas a seus donos.
Na prisão, George acorda com a cabeça enfaixada e não consegue compreender o que se passava. Vendo Ignóbil na sela a sua frente ele o chama:
- Ei, Ignóbil, o que esta acontecendo?
- George! Até quando você pretende ser burro?!
- Sou um bárbaro, não um burro!
- Fomos presos! Falei para você não sair da taberna sem pagar!
- O Bardo Zé ficará furioso. – Choramingou o bárbaro.
A conversa é interrompida por Lynd, acompanhada de um guarda:
- Sua ajuda será de grande valia para os nossos esforços contra Cahn-céx Sr. George!
- Opa! – Respondeu alegremente.
Ignóbil questionava-se profundamente se George realmente carregava um cérebro dentro da cabeça ou se sua cabeça servia somente para carregar seus cabelos.
- Princesa! O que vai acontecer com a gente?
- Nós prometemos que vamos pagar o Bardo Zé. É sério! – Responde George.
Lynd pensativa tenta entender o que aqueles dois estão realmente falando, então lhes explica que depois que o combate para libertar a vila vizinha dos elfatos estiver acabado, ela tomará uma decisão com relação aos dois, e assim, parte para a batalha.
- Estamos perdidos George. Queria lhe dizer que, se eu morrer aqui, você foi o meu melhor amigo. – Diz lamuriando.
- Sei. – Retruca sem prestar muita atenção.
- Na verdade você foi o único amigo que já tive.
- Sim…
- Mesmo que nos tenhamos conhecido naquela taberna, foi muito legal até aqui.
-…
- Você está me ouvindo?! George?! Ei!
Então, durante o dia seguinte, uma noticia mexe com todos os soldados rebeldes até cair nos ouvidos de George e Ignóbil. Aparentemente a espada lendária não passava de uma farsa. O batalhão que foi enviado ao vilarejo foi massacrado e os sobreviventes estavam relatando isso aos líderes.
- Seu maluco! Você deu a espada falsa pros rebeldes?!
- Eu não.
- Estamos mortos! Não acredito que eu fui me meter com alguém como você! Minha vida está arruinada!
- Sei.
Após ouvir o que aconteceu, Lynd e Elgo convocam alguns outros soldados e seus conselheiros para uma reunião de emergência. Reunidos, eles tratam de reler a profecia, pois Lynd jura ter visto os raios e a explosão que supostamente George causara no trem.
- Aqui diz que apenas o escolhido pode brandir a espada. – diz Lynd, passada em perceber o erro que cometeram ao ter aprisionado os dois obscuros heróis.
- Não… Não pode ser… Agora dependemos daquele bárbaro sujo, sem respeito e mal-criado? – encolerizou-se Elgo.
- Pois é. – arrefeceu Lynd.
Resoluta, Lynd vai conversar com os prisioneiros. Os dois encontram-se desolados e tristes pois haviam feito uma estúpida greve de fome enquanto os soldados combatiam longe dali.
- George, meu querido!
- Lynd, meu doce de coco!
Sendo ela uma mulher esperta lembrou-se da estranha conversa dos dois e decidiu jogar com eles.
- George, nós fomos até Oilvert, pagamos o Bardo Zé e convencemo-lo a deixar vocês dois livres!
- Ah Lynd, sabíamos que poderíamos confiar em você! – Alegrou-se George.
- Sim! Mas George, preciso de um favor, de coração!
- Peça-me qualquer coisa linda Lynd.
- Ajude-nos a lutar contra os elfatos!
- Ah…
- Que foi?
- Só isso? Por quê?
- Você conhece a verdadeira história do nosso mundo?
- Eu sou um bárbaro…
- George querido, ouça com atenção. Essa história que irei ilhe contar é sobre a maldição dos elfatos que dominam o mundo e a espada lendária que está predestinada a acabar com essa maldição.
Numa era onde as espécies andavam juntas na terra, um Deus invejoso, observando a harmonia que havia se instalado no planeta, resolveu descer para destruir tudo o que as espécies haviam conseguido construir em paz. Ele arrancou uma parte da lua, adentrou o fragmento e lançou-se na terra, mas seu corpo não resistiu à árdua viagem e ele quase perecera na órbita terrestre. Ele chegou ao solo, mas incapaz de movimentar-se, dormiu durante milênios guardando energia.
Um elfo da tribo dos Melinys encontrou por acaso a rocha onde dormia o Deus. Com uma curiosidade maior do que a razão, pesquisou o meteorito e então despertou o ancestral poder do Deus maligno, que veio a subjugar o elfo e assim dominar sua consciência. O Deus agora adquirira o conhecimento deste e viajou de volta para a tribo dos Melinys. Sem perdão, levou a tribo à desgraça como seu primeiro sinal de revolta para as raças da terra. Mas seu corpo ainda não era forte o suficiente para tal afronta e assim absorveu inúmeros seres até chegar numa quimera das florestas, um ser cultuado pelos elfos.
O deus então se dividiu e multiplicou-se, criando assim seus filhos, com a forma semelhante aos elfos e a pantera em um só corpo. Nasciam os Elfatos, seres de tamanho poder e habilidades. Eram cinco no começo, o suficiente para marcharem em direção a vila élfica e destruírem qualquer vestígio daquela tribo.
Sua ganância se espalhou pelo mundo fora da floresta, mas dessa vez ele não contava com o trabalho em conjunto das outras raças. Assim, os exércitos unidos destruíram seus filhos e baniram Cahn-céx para os longínquos desertos de Delfi-Thar.
A ira do deus humilhado fez com que ele tramasse uma vitória esmagadora contra o mundo. Então, o deus gerou novas crias e ordenou que essas crias se procriassem e que os filhos dessas crias se multiplicassem e que todos venerassem o grande deus Cahn-céx. O deus ordenou que seus filhos se preparassem para o castigo dos seres terrestres e então novamente o deus dormiu.
Na primeira lua cheia do primeiro século passado, Cahn-céx desperta de seu sono, e assim como havia previsto, seus filhos, os seres do deserto, haviam se multiplicado em uma nação guerreira para dominar todos. Sem tardar foi ordenada a conquista do mundo.
A guerra apunhalou o mundo de surpresa, que já havia começado a sofrer diferenças entre as raças. Não poderia haver um momento melhor para Cahn-céx movimentar suas tropas. O mundo havia ruído perante as habilidades dos elfatos e agora o deus riria de todos os que o subjugaram outrora. Mas havia um reino que se recusava a cair, Arthur Stein, o Rei tinha o espírito valente e defendeu suas terras contra as investidas furiosas dos soldados elfatos. Cahn-céx então subestimou o reino e foi pessoalmente provocar a ruína dele, mas o rei, na frente do campo de batalha, adentrou a formação dos elfatos e confrontou Cahn-céx. Suas forças se esvaíram e seu destino foi selado pela morte eminente. Mas no meio do confronto final contra o terrível deus tirano, o rei usara seu espírito para ferir o deus invejoso, colocando toda sua energia em sua espada e com a ajuda dos céus acertou Cahn-céx, fazendo-lhe rugir durante três dias e três noites. A batalha ficaria conhecida como “Batalha das noites do rugido sangrento.”
O deus, agora incapaz de combater, ordenou que selasse a espada em uma pedra e a jogassem em um local remoto do mundo. Mesmo incapacitado, Cahn-céx agora reina soberano sobre o mundo e a lenda da espada começou a correr pelo mundo como um sinal de esperança.
Mas o que Cahn-céx havia esquecido era que o rei prometera que um dia ele temeria novamente aquela espada, que estaria na mão do escolhido e derrubaria o reino de terror no mundo.
Após a explicação, os rebeldes, junto com George e Ignóbil, se dirigiram ao centro da caverna e começam a expor seus planos.
- Nosso plano será simples, mas se baseará principalmente em George e não podemos falhar na invasão. Nosso serviço de inteligência mapeou rotas para que possamos entrar no palácio de Cahn-céx e assassiná-lo.
- Certo, mas como poderemos invadir? Não existe nenhum tipo de entrada secreta e aquele palácio é bem guardado! – pergunta Minotauro.
- Simularemos um ataque, mas na verdade nossas forças estarão voltadas à invasão pela parte de trás. Este ataque será baseado em um esquadrão de infantaria e George com a Trovadora.
George, surpreso e temendo novamente por sua vida, indaga.
- Mas como! Será um exército contra mim praticamente! Uma coisa é matar alguns guardas, outra é um exército inteiro!
- Vamos, seu saco de músculos, seja corajoso! – exclama Ignóbil.
- Então imagino que vá lutar comigo!
- Lógico que não! Eu tenho que ficar aqui para tomar conta das coisas!
- Vocês dois parem com isso! E George já concordou em lutar, não dê para trás agora, você está endividado conosco!
- Tá bom, tá bom… – concorda o inconformado bárbaro.
- Colocaremos em prática amanhã à noite, e, sobretudo tenham em mente que o objetivo maior é derrotar o famigerado Cahn-céx!
O dia que se seguiu foi cheio de preparativos, foram escolhidos os melhores guerreiros da resistência, sendo o mais bravo deles Minotauro. Lynd e Elgo estudavam os planos para a invasão para que nada desse errado. Os soldados se armavam e se despediam de suas famílias. E ao cair à noite todos já estavam prontos para a batalha.
- Soldados, todos sejam bravos!Lutem pela liberdade e por tudo o que acreditam! – exclama ferozmente Lynd.
- É isso aí. Força gente! Estamos contando com vocês. – diz Ignóbil sendo ignorado por todos.
- Você vai também baixinho. – Diz Minotauro enfiando um elmo na cabeça do gnomo.
O gnomo tenta resistir mas é levado pelo grande guerreiro.
Ao mesmo tempo em que a tropa chegara ao deserto em que se localizava o palácio, Lynd e Elgo começam sua infiltração. As tropas rebeldes encaram um exército dez vezes maior que o deles. Mas sem temer e com gritos destemidos se chocam à tropa de elfatos. Enquanto isso os dois cabeças se esgueiram pelo palácio indo o mais rápido possível aos aposentos de Cahn-céx.
- MORRAM TODOS! – gritava George, brandindo sua espada e dilacerando cinco adversários a cada movimento.
A batalha se seguia violenta, o sangue dos adversários do bárbaro o banhava enquanto ele matava cada vez mais. Minotauro também seguia forte utilizando suas magias de fogo e protegendo Ignóbil, que muito assustado assistia aquilo tudo.
Finalmente, Lynd e seu irmão chegam ao quarto de Cahn-céx. Sem hesitar, Lynd empunha seu arco e Elgo sua espada e então invadem o local. A flecha é disparada e Elgo avança, o Deus Cahn-céx flutuava meditando e sem se mexer para a flecha com seus poderes e paralisa o elfo.
Os soldados elfatos ao perceberem os grandes feitos de George começam a atacar cada vez em maior número e com maior intensidade. Os companheiros de batalha do bárbaro começam a cair perante a vantagem numérica avassaladora dos elfatos.
No interior do palácio os dois elfos assistiam estarrecidos ao poder de Cahn-céx.
- Já esperava vocês, nada foge de meus olhos! – pronuncia mentalmente o Deus aos elfos.
- Fuja Lynd! – Grita seu irmão.
- Nada pode fugir de mim…
Então, lentamente, Cahn-céx abre seus olhos fazendo a flecha que pairava no ar explodir e os dois elfos sentirem extrema dor e se contorcer.
Era um massacre, os soldados já tinham sido destruídos. Apenas George e Minotauro ainda lutavam e, de repente, Ignóbil, ao ver que uma grande e poderosa lança acertaria o coração já desprotegido de George, se arremessa na frente, desviando o trajeto do objeto. George ao ver seu amigo desfalecido no chão é absorvido por uma irá incontrolável nunca antes sentida pelo bárbaro. Poderosos feixes de luz saíam de seus olhos e raios fluíam pelo seu corpo. Ao estender sua espada e golpear com toda sua força uma descomunal carga de energia é desferida destruindo todo o exército inimigo e, antes que Cahn-céx pudesse matar um dos elfos, ele é atingido pela esmagadora força do trovão, gerando uma explosão tão grande que foi sentida até mesmo em uma galáxia muito, muito distante. Nada sobrou do castelo, de Cahn-céx ou de seus súditos que lutavam, só os membros da resistência milagrosamente sobreviveram ao apocalipse gerado pela Trovadora.
Após algum tempo, foi realizada uma grande festa comemorando a vitória da resistência sobre Cahn-céx, todos os Elfatos foram condenados a trabalhos forçados e muitos foram simplesmente exterminados pelos, agora, auto-proclamados soberanos, Imperatriz da Nova Era Lynd e Imperador da Nova Era Elgo.
E em algum lugar do deserto o bárbaro George acorda de um profundo coma.
- Hã? O que aconteceu?
- Socorro! Saia de cima de mim! – Exclama um ser que estava sendo soterrado pelo grandalhão.
- IGNÓBIO É VOCÊ! PENSEI QUE VOCÊ TINHA MORRIDO MEU FILHO!
- É lógico que não! Nada pode me matar!
- Mas eu vi você morto estirado no chão!
- Eu desmaiei por não acreditar no que eu mesmo fiz!
- A… entendi!
- …
- …
-Certo grandão… O que faremos agora?
-Não sei, que tal procurarmos algum lugar pra beber?
- Genial meu amigo…genial!
E assim, caminhando pelo deserto e completamente esquecidos, George e Ignóbil, o Gnomo, buscam aquilo que mais desejam, uma boa cerveja gelada.
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Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor.
Narratividade e Game – SuperNova
30/10/2009
Esta matéria foi lecionada semestre passado pelo Profº Fábio Fernandes, dono do blog pós-estranho. Nela escrevemos uma série de contos seguindo uma temática estabelecida pelo professor. Hoje publicarei o primeiro conto escrito, ele tem como tema Ficção Científica.
SuperNova
Escrito por: Arnaldo da Costa e Castro Neto, Jefferson Aparecido Silva e Paulo Henrique Rubens Kornetoff Ferreira.
A Terra, um planeta governado por seres baseados em carbono, prepotentes e possuidores de uma tecnologia ultrapassada, está à beira do colapso. Este planeta pode ser considerado um câncer universal, já que existe nas sete dimensões da mesma maneira decadente. Em uma das sete dimensões, os símios governantes se aproximam de algo que poderá alterar toda a história dimensional e universal.
No Deserto Australiano, uma equipe de escavadores, utilizando exoesqueletos, explora uma área onde foram encontrados objetos considerados de civilizações passadas. Silver, um rapaz de 27 anos, simpático e membro da equipe Alfa dos escavadores, percebe que seu exoesqueleto não conseguia ultrapassar uma área por mais potência que colocasse em suas brocas. Vendo que era incapaz, solicita ajuda do líder da equipe, Gordon, um homem de 35 anos, com um porte físico grande, tendo uma cicatriz do supercílio à maçã do rosto, também trajando um exoesqueleto. Ele, usando as brocas de seu exoesqueleto, limpa a área que não foi possível perfurar para verificar o que era. Todos ficam surpresos ao perceber que havia uma grossa parede de cristal, resistente o suficiente para suportar a força total do exoesqueleto de Silver e Gordon ao mesmo tempo.
Após o dia de trabalho, Silver retorna à sua casa, uma pequena moradia na cidade de Coober Pedy, uma cidade subterrânea no deserto – a única forma de vidas humanas habitarem tal lugar -, então se depara com a mesa do jantar pronta e uma jovem sorridente vem recebê-lo. Ela é Nova, sua irmã caçula, aparentando ter 16 anos, tinha cabelos ruivos longos e olhos verdes como esmeraldas. A televisão que lá estava ligada passava uma matéria sobre a descoberta das paredes de cristal encontradas. A noite, um grande estrondo vindo da área de escavação é escutado em toda a cidade. Silver e Nova acordam muito assustados e logo em seguida o celular de Silver toca. Ele é solicitado para a área das paredes e pede que Nova aguarde em casa, pois alguma coisa perigosa poderia estar acontecendo.
Passa-se um dia e Nova, muito preocupada e aflita por não ter notícias e nem conseguir contato com seu irmão, aguarda impaciente em casa, até receber um telefonema de Gordon pedindo para que ela fosse até as escavações. Com uma lambreta que flutuava pouco acima do solo, Nova alcança seu destino. Lá Gordon avisa que Silver não havia voltado de dentro da estrutura de cristal. Nova, desesperada, corre até a área e lá começa a se sentir diferente, como se o mundo todo sumisse e ela só visse as paredes, agora com um buraco enorme causado pela explosão que os acordou, como se seu corpo reagisse e a levasse para dentro daquele local. Gordon percebendo que ela não estava bem chama-a, ela volta ao normal, sem perceber o perigo ela corre em direção ao buraco, e se arremessa através dele, rápido o suficiente para que ninguém a conseguisse parar.
Após algumas horas ela se recupera da queda e acorda num local muito escuro onde só entravam alguns poucos feixes de luz pelo cristal e pelas danificações causadas pelos escavadores. Nova começa a andar procurando Silver e só consegue avistar paredes também feitas de cristal, mas com desenhos muito detalhados de anjos e entes divinos. Em seu caminho, Nova encontra pequenos seres voadores e, ao se aproximar, percebe que não eram como nenhum animal da Terra, tinham mais ou menos cinco centímetros e voavam em fluxo, como um cardume. Após criar coragem ela se aproxima das pequenas criaturas que parecem levá-la a algum lugar e então começa a segui-las.
Nova caminha por aproximadamente 20 minutos em um corredor e começa a perceber que é como se aquilo não tivesse fim, como se aquele corredor não fosse a realidade que ela estava acostuma a viver, mas sentia dentro de si que chegaria a algum lugar. Depois de andar mais um pouco, Nova se depara com um grande salão oval, como se ele surgisse de repente e os seres que a guiavam desapareceram sem ela perceber, mas ela não acha aquilo estranho. No salão ela então avista o exoesqueleto de Silver deitado no chão e ao chegar perto vê o corpo de seu irmão mais distante, envolto em sangue. Nova corre na direção dele. Silver estava muito ferido e com vários cortes profundos, seus olhos arregalados denunciavam que ele estava em choque. Então, em um lapso de sanidade ao ver sua irmã, ele conta que há 16 anos, quando seus pais morreram, se sentiu tão triste que começou a vagar pelo deserto, até que encontrou uma cápsula e dentro dela havia um bebê. Na cápsula estava escrito algo que ele pode interpretar como sendo Nova, então batizou o bebê com este nome e com a ajuda de Gordon a criou. Nova se encontrava muito surpresa, lacrimejava, o abraçava e clamava pelo bem se deu irmão, até que Silver se despede com um sorriso que esvanece junto ao seu desaparecimento. O salão se modifica totalmente dando lugar a uma sala com computadores e fios saindo por todos os lados como se fossem cabos de energia e de transmissão de dados, uma grande pedra verde similar a uma esmeralda se encontra no centro. Nova, desconsolada, levanta-se. Lágrimas escorriam por todo o seu rosto. Ela então, como se seu coração e subconsciente a controlassem, lentamente chega perto da pedra e encosta suas mão na mesma. Neste momento a pedra começa a brilhar, todos os circuitos da sala se ativam, os monitores começam a passar passagens históricas de várias civilizações de todo o universo e Nova começa a flutuar, seus olhos emanam um brilho prateado. Neste mesmo instante, das areias do deserto, dois seres enormes emergem, todos os escavadores e repórteres que estavam no local ficam surpresos, as câmeras das emissoras não conseguem filmá-los, e quem os vê só consegue identificar que são imateriais e abstratos, sendo um vermelho e um azul.
E então mais uma vez os dados foram lançados…
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Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor.
Mais um post voltado à programação de games.
Linguagens de Programação
Para conseguirmos nos comunicar com as ferramentas de desenvolvimento e então começarmos a desenvolver um game precisamos falar em um tipo de idioma, conhecidos como linguagens de programação. Elas se constituem em um padrão de regras sintáticas de semântica que servem para ajudar o desenvolvedor, pois são bem mais simples do que utilizar código de máquina. As ferramentas de desenvolvimento em geral possuem uma espécie de tradutor, chamado de compilador, que traduz essa linguagem diretamente para o código de máquina, permitindo assim que o processador do equipamento entenda o que o desenvolvedor escreveu. As linguagens não são necessariamente trabalhadas por um compilador, elas podem também ser interpretadas em tempo real, traduzidas para uma máquina virtual , entre outros métodos menos utilizados.
Paradigmas das Linguagens
As linguagens podem ser classificadas quanto aos seus paradigmas. Alguns deles são: Técnica de Programação Linear, Programação Modular, Programação Estruturada, Programação Orientada a Objeto, Programação Imperativa, Programação Orientada a Eventos entre vários outros.
Classificação das Linguagens quanto ao grau de abstração
As linguagens de programação são divididas em três grupos.
- Linguagens de baixo nível: São linguagens baseadas inteiramente na máquina, ou seja, elas aproveitam ao máximo o hardware mas não podem ser migradas para outras máquinas, são ininteligível pelo ser humano e executadas diretamente pela máquina. Os exemplos mais importantes são: o código de máquina e o assembly.
- Linguagens de médio nível: Esta classificação não é aceita por todos mas é utilizada. Trata-se de uma linguagem que fica entre o baixo nível e o alto nível, como o C++ que é uma linguagem de alto nível mas é possível combinar elementos de baixo nível facilmente.
-Linguagens de alto nível: São facilmente entendidas pelo ser humano e não é possível executá-las diretamente pela máquina. Alguns exemplos são C#, Java e Visual Basic.
Resumo Histórico
Provavelmente a primeira linguagem de programação foi o Plankalkül, criado entre 1942 e 1945, mas não teve impacto sobre o futuro das linguagens. Na década de 50 surgiu o Assembly, linguagem muito importante na história. Após isso houve a criação de linguagens muito importantes, como o Fortran em 1954, o COBOL em 1959 e o BASIC em 1964.
Para se ter uma boa noção da história das linguagens acho interessante olhar este gráfico, ele é bem simples e mostra a evolução feita por elas pelos anos.
C#
Como aqui utilizarei o C#, descreverei esta linguagem especificamente. O C# é uma linguagem, considerada de terceira geração de alto nível, que surgiu em 2001, desenvolvida pelo time liderado por Anders Hejlsberg, sua licença é de propriedade da Microsoft. Ela é orientada a objeto e sua sintaxe foi construída em cima do C++ mas também tem influências do Java e do Delphi. Ao contrário das outras linguagens proprietárias, a Microsoft submeteu ela a aprovação da ECMA (aprovada em 2001)e também pela ISO (aprovada em 2003). Sua versão mais recente é a 3.0, lançada em conjunto ao .NET Framework 3.5. Seu sucessor será o C# 4, provavelmente lançado junto ao Visual Studio 2010. A plataforma de desenvolvimento que usarei aqui para começarmos será o Visual C# 2008 Express, ele é gratuito e suprirá todas nossas necessidades iniciais.
Links Recomendados
http://msdn.microsoft.com/pt-br/vcsharp/default.aspx
http://pt.wikipedia.org/wiki/C_sharp
http://en.wikipedia.org/wiki/C_Sharp_%28programming_language%29
http://msdn.microsoft.com/pt-br/netframework/default.aspx
http://www.microsoft.com/brasil/msdn/
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Gostaria de agradecer a Carolina Zanella pela a paciência em ler e revisar o texto. Espero que tenham gostado, em caso de dúvidas, sugestões ou erros comentem, por favor. A bibliografia consiste nos sites indicados no texto.
Atividade Linguagem Áudio Visual
20/10/2009
Esta matéria foi lecionada no primeiro semestre do curso pelo Profº Eliseu Lopes. Ela consistia em criar uma história para um jogo usando algumas imagens e indicando o que elas significavam, ela também deveria ter certo número de divergências e no final convergir para o mesmo fim. A história que construí foi uma espécie de FanFic da famosa série Street Fighter. Muitas das imagens eu que construí usando sprites de personagens feitos para Mugen e outras foram montagens com imagens já existentes. Clique no link a baixo para vê-lo.
Caso queira reproduzir, por favor, mencione a fonte.
Sétima Atividade de Roteiro para Games I
14/10/2009
Como orientado pelo professor David de Oliveira Lemes, lemos o livro O Jogo do Exterminador (Ender’s Game no original) de Orson Scott Card, um livro que sem dúvida indico a todos, principalmente aos interessados em ficção cientifíca. Com isto foi proposto para que alterássemos o conceito de jogo que estamos montando usando algum elemento deste livro.
A primeira adição será o “Portal de Guerra”, uma ferramenta que se assemelha ao arco do triunfo, tem aproximadamente 2 metros e 20 centímetros de altura e em toda sua estrutura possui painéis e teclados que servem para sua configuração. Feito de metal, é capaz de criar um portal para um lugar pré-programado, onde podem ser carregados seres virtuais controlados por inteligência artificial, criando ambientes bélicos muito próximos aos reais. Este objeto é encontrado por Agares em sua estadia em Guido e os residentes de lá contam que este foi um dos poucos resquícios da Primeira Grande Guerra Civil. Observando os treinamentos que Agares tem nele, Hefs Tos toma conhecimento dos poderes de Agares e então o convida a participar da reunião com os Süviran. O objetivo desta ferramenta dentro do jogo é fornecer fases de treinamento para o jogador se acostumar com a jogabilidade dentro de batalha. O nível de dificuldade a cada batalha será aumentado mas não de modo padrão como na maioria dos jogos, o computador armazenará os padrões de ataque e defesa que o jogador realiza com frequência, marcando também em quais situações são usados, fazendo com que o computador aprenda a enfrentar as táticas do jogador forçando-o a ser original e experimentar novas táticas. Esta ferramenta ficará disponível ao jogador até a ida de Agares para Jumalat, e realizando todos os treinamentos disponíveis ele liberará itens que o ajudarão no jogo.
A segunda adição é focada no condicionamento de batalha que Agares sempre recebeu e suas consequências psicológicas. Por ter sido criado para ser uma máquina de batalha e lutar contra seus instintos acaba tendo sérios conflitos internos. Tais instintos são determinantes em sua decisão para se unir aos Opher na Segunda Grande Guerra Civil. Na verdade isso já estava presente na história, mas agora será dado um enfoque maior.
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Continuando a série de posts sobre a programação de games, hoje falarei sobre a lógica digital e algoritmos, assuntos relativamente simples porém fundamentais para quem se interessa na área.
Lógica
A lógica geral é uma ciência, muito ligada a filosofia e a matemática, que tem como objeto de estudo as relações dos pensamentos humanos. Um dos maiores estudioso da lógica foi Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.), autor do Órganon, conjunto de seis obras sobre a lógica. Destes estudos foi formada a lógica aristotélica, sucedida pela lógica medieval, também conhecida como lógica escolástica, desenvolvida pelos filósofos Tomás de Aquino (1225-1274), William de Ockham(1287-1347), John Poinsot entre outros. A lógica moderna que vem se aperfeiçoando até hoje tem como precursor o filósofo René Descartes e como raiz a lógica aristotélica e filósofos islâmicos.
Lógica Digital
A chamada lógica digital, também conhecida como lógica de programação, é a utilizada na criação dos jogos. Ela se baseia na lógica matemática, sendo basicamente o processo de organizar pensamentos através de instruções. A primeira linguagem de programação, orientada a lógica, foi a Planner, desenvolvida por Carl Hewitt, no MIT, baseada no conceito de inteligência artificial, conceito este amplamente aplicado nos jogos.
Por ser algo fundamental na programação recomendo o treinamento e desenvolvimento desta lógica. Existem muitos jogos e exercícios para aprimorá-la, no final do post publicarei alguns links para eles.
Algoritmos
Um algoritmo é uma estrutura que define a ordem que processos devem ser executados, para alcançar certo objetivo, montada através da lógica. Essas estruturas podem ser montadas de diversas maneiras, mas sempre visando qual obterá de melhor forma o objetivo. Algoritmos também estão presentes na nossa vida a todo momento, a sequência passo-a-passo que realizamos ao nos vestir é um algoritmo. Uma forma de poder visualizar melhor um algoritmo desenvolvido é criando um Fluxograma.
Conclusão
Estes pontos são muito importantes pois são com eles que um desenvolvedor é capaz de passar suas idéias, de forma consistente e ordenada, para a máquina e fazer com que ela funcione do jeito que ele deseja. Aqui estão alguns links para alguns games e exercícios de lógica:
http://www.aulavaga.com.br/jogos/raciocinio/travessia-do-rio/
http://rachacuca.com.br/jogos/tags/logica/
http://rachacuca.com.br/jogos/tags/raciocinio/
http://www.jogosdodia.com/jogos-de-logica.html
http://www.kongregate.com/search?q=logic
http://portal.wecreatestuff.com/portal.php
Exercicíos de Lógica
http://inf.unisul.br/~osmarjr/unisul/logica/introducaoa.htm
http://sistemas.labic.icmc.usp.br/html-logica/lista.html
http://sitededicas.uol.com.br/quiz_adu_logica_medio.htm
Apostilas
http://www.apostilando.com/sessao.php?cod=29
http://www.plugmasters.com.br/downloads/categoria/379/Banco-de-Apostilas/L%C3%B3gica-de-Programa%C3%A7%C3%A3o
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Sexta Atividade de Roteiro para Games I
07/10/2009
Aqui apresentarei o mapa mental e o mapa conceitual criados usando o enredo do jogo que venho desenvolvendo.
Mapa mental criado no software Joerg Mueller’s FreeMind 0.8.1 . Para uma melhor visualização clique na imagem.
Mapa conceitual criado no software Cmap Tools knowleged modeling kit 5.03. Para uma melhor visualização clique na imagem.
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